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Asbraer participa de Sessão Solene pela Valorização da Extensão Rural Governamental na CLDF

Representante das instituições públicas de Ater e extensionistas rurais destacam importância do serviço e necessidade de investimento

Representada pelo vice-presidente da região Centro-Oeste e presidente da Emater-DF, Cleison Duval, a Asbraer esteve presente na Sessão Solene pela Valorização da Extensão Rural Governamental, realizada pela Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) e proposta pelo deputado distrital Roosevelt Vilela (PL-DF), nesta terça-feira (16).

O deputado destacou a importância da extensão rural para o desenvolvimento do DF ao impulsionar a produção agrícola, o acesso às políticas públicas e a manutenção do meio ambiente na região. 

“Claro que ainda temos muito a avançar, mas se a gente tem números que nos orgulham, se a gente vem conseguindo dar um caráter de respeito ambiental à agricultura familiar, ao agronegócio em todos os níveis, é por conta de cada um dos extensionistas rurais governamentais”, concluiu.

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), os agricultores familiares que não recebem assistência técnica e extensão rural têm renda média de R$700,00. Enquanto os que recebem possuem renda de R$2.139,00.

“Somos imprescindíveis na execução de políticas públicas para os agricultores e nas transformações do campo. Nós somos os olhos e os braços do governo na área rural. Não existe outra entidade que consiga enxergá-los e resolver os problemas dessa população”, afirmou Duval durante a sessão.

Duval disse que “a sociedade rural vem demandando serviços que estão além daqueles da missão institucional da Emater”. Para ele, atualmente, o produtor demanda mais infraestrutura no campo, englobando ações de segurança, comunicação, saneamento, mobilidade, habitação, construção de creches rurais e outras atividades que promovam a melhoria da qualidade de vida. Esses são serviços que as instituições públicas de Ater abraçam e buscam realizar, mesmo não fazendo parte de escopo. 

O presidente da Emater-DF ainda lembrou que, de acordo com o último balanço social da instituição, realizado em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV), a cada real investido na Emater, R$7,35 retornam para a população do Distrito Federal.

Valorização nacional

O dia 16 de abril foi instituído pela Federação Nacional dos Trabalhadores e Trabalhadoras da Assistência Técnica, Extensão Rural e da Pesquisa, do setor Público Agrícola do Brasil (Faser), em parceria com a Asbraer, como o Dia Nacional pela Luta da Valorização da Extensão Rural Pública e Governamental.

Renato de Carvalho, representante da federação e que também esteve no evento, destacou a relevância de garantir a manutenção e a valorização do serviço de extensão rural para assegurar a comida de qualidade, geração de emprego e renda, e para reduzir as desigualdades no campo.

“A gente sabe que tem empresas que estão em melhores condições, bem estruturadas, como a nossa Emater aqui, mas há outras que vem sofrendo um forte processo de desmantelamento e algumas que, infelizmente, fecharam suas portas”, declarou Carvalho.
 

Para o diretor do Departamento de Assistência Técnica e Extensão Rural (Dater), do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA), Marenilson Batista, a conversa com a assistência técnica está em processo de retomada no país.

“Durante o ano de 2023, nós começamos a dialogar com a rede pública de Ater e gostaria de destacar um pouco de investimento: nós disponibilizamos R$30 milhões para a Rede Asbraer em termos de Brasil. E aqui no DF, nós disponibilizamos R$1 milhão para a compra de equipamentos de informática e carro, que está em convênio”, relembrou Batista.

O diretor apontou que o Dater está realizando discussões sobre avanços na formação de agentes de Ater e a criação do Sistema Único de Ater. “Estamos discutindo fortemente como financiar o sistema, porque o recurso que nós temos hoje é muito pouco para a necessidade de mais de 4 milhões de agricultores familiares. E se formos colocar os médios produtores, vamos para os 5 milhões de famílias necessitando de assistência técnica e extensão rural”, concluiu.

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), os agricultores familiares que não recebem assistência técnica e extensão rural têm renda média de R$700,00. Enquanto os que recebem possuem renda de R$2.139,00.

“Somos imprescindíveis na execução de políticas públicas para os agricultores e nas transformações do campo. Nós somos os olhos e os braços do governo na área rural. Não existe outra entidade que consiga enxergá-los e resolver os problemas dessa população”, afirmou Duval durante a sessão.

Duval disse que “a sociedade rural vem demandando serviços que estão além daqueles da missão institucional da Emater”. Para ele, atualmente, o produtor demanda mais infraestrutura no campo, englobando ações de segurança, comunicação, saneamento, mobilidade, habitação, construção de creches rurais e outras atividades que promovam a melhoria da qualidade de vida. Esses são serviços que as instituições públicas de Ater abraçam e buscam realizar, mesmo não fazendo parte de escopo. 

O presidente da Emater-DF ainda lembrou que, de acordo com o último balanço social da instituição, realizado em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV), a cada real investido na Emater, R$7,35 retornam para a população do Distrito Federal.

Valorização nacional

O dia 16 de abril foi instituído pela Federação Nacional dos Trabalhadores e Trabalhadoras da Assistência Técnica, Extensão Rural e da Pesquisa, do setor Público Agrícola do Brasil (Faser), em parceria com a Asbraer, como o Dia Nacional pela Luta da Valorização da Extensão Rural Pública e Governamental.

Renato de Carvalho, representante da federação e que também esteve no evento, destacou a relevância de garantir a manutenção e a valorização do serviço de extensão rural para assegurar a comida de qualidade, geração de emprego e renda, e para reduzir as desigualdades no campo.

“A gente sabe que tem empresas que estão em melhores condições, bem estruturadas, como a nossa Emater aqui, mas há outras que vem sofrendo um forte processo de desmantelamento e algumas que, infelizmente, fecharam suas portas”, declarou Carvalho.
 

Para o diretor do Departamento de Assistência Técnica e Extensão Rural (Dater), do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA), Marenilson Batista, a conversa com a assistência técnica está em processo de retomada no país.

“Durante o ano de 2023, nós começamos a dialogar com a rede pública de Ater e gostaria de destacar um pouco de investimento: nós disponibilizamos R$30 milhões para a Rede Asbraer em termos de Brasil. E aqui no DF, nós disponibilizamos R$1 milhão para a compra de equipamentos de informática e carro, que está em convênio”, relembrou Batista.

O diretor apontou que o Dater está realizando discussões sobre avanços na formação de agentes de Ater e a criação do Sistema Único de Ater. “Estamos discutindo fortemente como financiar o sistema, porque o recurso que nós temos hoje é muito pouco para a necessidade de mais de 4 milhões de agricultores familiares. E se formos colocar os médios produtores, vamos para os 5 milhões de famílias necessitando de assistência técnica e extensão rural”, concluiu.

Também participaram da sessão solene o secretário de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural do DF, Fernando Antônio; a diretora executiva da Emater-DF, Loiselene Trindade; a presidente da Associação dos Servidores da Emater (Asser), Heloiza Helena Rodrigues; o deputado distrital Iolando (MDB).

Clique aqui para conferir a sessão solene disponível na íntegra.

Texto: Assessoria de Comunicação – Asbraer | Ana Karoliny Barros

Fonte: ASBRAER

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